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  <updated>2026-09-05T01:54:02Z</updated>
  <dc:date>2026-09-05T01:54:02Z</dc:date>
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    <title>Ano 2, n. 101, ago. 2026 (Desempenho Fiscal Estados)</title>
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      <name>MENEZES, Adriano Sarquis Bezerra de</name>
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    <updated>2026-09-01T13:54:26Z</updated>
    <published>2026-08-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Ano 2, n. 101, ago. 2026 (Desempenho Fiscal Estados)
Authors: MENEZES, Adriano Sarquis Bezerra de
Abstract: O 3º bimestre de 2026 mostrou maior pressão fiscal nos estados nordestinos, com &#xD;
despesas crescendo, em geral, acima das receitas, influenciadas, principalmente, pelo calendário &#xD;
eleitoral. O Maranhão apresentou o melhor quadro fiscal, com receitas crescendo 19,6%, acima &#xD;
das despesas (17,5%), menor peso de pessoal (38%) e investimentos equivalentes a 12% da &#xD;
receita. O Rio Grande do Norte apresenta a situação estrutural mais delicada, com pessoal &#xD;
consumindo 68% da receita e investimentos limitados a apenas 5% de suas receitas, menor &#xD;
percentual regional. O endividamento dos estados nordestinos permanece relativamente baixo, &#xD;
embora a trajetória do Piauí mereça acompanhamento devido ao peso crescente do serviço da &#xD;
dívida.</summary>
    <dc:date>2026-08-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Informe Macroeconômico, ano 6, n.6, jun. 2026</title>
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    <updated>2026-08-31T16:32:20Z</updated>
    <published>2026-08-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Informe Macroeconômico, ano 6, n.6, jun. 2026
Abstract: Apresenta uma leitura integrada da conjuntura econômica do Nordeste, evidenciando que a Região segue em crescimento moderado. A indústria regional &#xD;
(2,0%) apresentou desempenho superior à média nacional (1,7%) no primeiro quadrimestre, impulsionada &#xD;
principalmente pelo expressivo avanço de Pernambuco (19,7%). O comércio varejista observou expansão &#xD;
em todos os estados da Região divulgados pela pesquisa do IBGE, em abril, com destaque novamente &#xD;
para Pernambuco (8,9%). O setor de serviços apresentou crescimento em abril de 2026, tanto no cenário &#xD;
nacional quanto na maior parte dos estados nordestinos, sobretudo em Alagoas (19,1%). No turismo, a região &#xD;
apresentou notável expansão no desembarque aéreo e aumento da participação de visitantes estrangeiros, &#xD;
no quadrimestre.</summary>
    <dc:date>2026-08-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Ano 2, n. 100, ago. 2026 (IBC NE)</title>
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      <name>MENDES JUNIOR, Biagio de Oliveira</name>
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    <updated>2026-08-31T16:32:11Z</updated>
    <published>2026-08-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Ano 2, n. 100, ago. 2026 (IBC NE)
Authors: MENDES JUNIOR, Biagio de Oliveira
Abstract: Projeções da consultoria 4intelligence, feitas em agosto de 2026, apontam &#xD;
crescimento de 2,0% para o Brasil em 2026, sendo o setor de serviços 2,0%, indústria 1,9% e &#xD;
Agropecuária 1,3%.</summary>
    <dc:date>2026-08-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Ano 2, n. 99, ago. 2026 (Comex Agro)</title>
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      <name>FREIRE, Laura Lúcia Ramos</name>
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    <updated>2026-08-31T16:32:00Z</updated>
    <published>2026-08-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Ano 2, n. 99, ago. 2026 (Comex Agro)
Authors: FREIRE, Laura Lúcia Ramos
Abstract: O agronegócio nordestino vem aumentando sua participação nas exportações &#xD;
totais da Região, em grande parte pela comercialização da soja para seu principal parceiro &#xD;
comercial, a China. Para os próximos meses, os desafios do setor serão diversificar mercados &#xD;
para minimizar os efeitos das novas tarifas e sobretaxas impostas pelo governo americano &#xD;
(apesar da isenção em vários produtos). Ademais, o setor deve se preparar para os possíveis &#xD;
efeitos na Região do El Niño.</summary>
    <dc:date>2026-08-01T00:00:00Z</dc:date>
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