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  <title>DSpace Community:</title>
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  <updated>2026-09-30T00:22:28Z</updated>
  <dc:date>2026-09-30T00:22:28Z</dc:date>
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    <title>Ano 2, n. 113, set. 2026 (Comex Estados)</title>
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      <name>FREIRE, Laura Lúcia Ramos</name>
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    <updated>2026-09-29T17:51:21Z</updated>
    <published>2026-09-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Ano 2, n. 113, set. 2026 (Comex Estados)
Authors: FREIRE, Laura Lúcia Ramos
Abstract: O comércio externo dos estados nordestinos em 2026 mostra um ano de ajustes &#xD;
após as tarifas implementadas pelo governo americano, a redução da demanda oriunda da &#xD;
Argentina e a busca por diversificação de mercados. Apesar do déficit comercial persistente da &#xD;
Região, Sergipe (US$ 51,1 milhões), Maranhão (US$ 211,4 milhões), Rio Grande do Norte (US$ &#xD;
568,6 milhões), Piauí (US$ 789,4 milhões) e Bahia (US$ 1.350,6 milhões) registraram superávit.</summary>
    <dc:date>2026-09-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Ano 2, n. 112, set. 2026 (Produção Agrícola)</title>
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      <name>SOARES, Kamilla Ribas</name>
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    <updated>2026-09-29T13:29:26Z</updated>
    <published>2026-09-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Ano 2, n. 112, set. 2026 (Produção Agrícola)
Authors: SOARES, Kamilla Ribas
Abstract: O Nordeste apresenta um dos melhores desempenhos regionais da safra 2026. O&#xD;
resultado está fortemente relacionado aos grandes polos agrícolas de Bahia, Piauí e Maranhão. O&#xD;
Piauí se destaca pelo avanço em produtividade e ampliação da área plantada. Entre julho e&#xD;
agosto/2026 ocorreu uma revisão negativa de 0,6%, com destaque para redução da estimativa de&#xD;
Sergipe e ajustes menores em Alagoas, Maranhão e Rio Grande do Norte, que merecem atenção.&#xD;
As projeções de safras, ainda poderão ser afetadas pelas condições climáticas do El Niño e pelo&#xD;
comportamento do mercado a partir disto.</summary>
    <dc:date>2026-09-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Ano 2, n. 111, set. 2026 (Atividade Econômica NE)</title>
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      <name>MENDES JUNIOR, Biagio de Oliveira</name>
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    <updated>2026-09-25T18:35:30Z</updated>
    <published>2026-09-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Ano 2, n. 111, set. 2026 (Atividade Econômica NE)
Authors: MENDES JUNIOR, Biagio de Oliveira
Abstract: O Nordeste conta com taxa de crescimento anualizada até julho de 2026 de 2,5%, a maior entre as grandes regiões e Brasil. Entretanto, houve perda gradual de dinamismo desde abril de 2026. Este baixo dinamismo em parte pode ser explicado pelo desempenho da indústria, pois dos cinco estados do Nordeste (0,1%, taxa anualizada até julho de 2026) divulgados pelo IBGE, quatro registraram reduções: Ceará (-2,1%), Bahia (-2,9%), Maranhão (-6,0%) e Rio Grande do Norte (-8,1%). Os serviços de importantes estados do Nordeste também podem ter influenciado nesta perda gradual de performance da região, segundo o IBGE: Bahia, com taxa anualizada até julho, de 0,7%; Pernambuco (0,2%); Maranhão (-0,7%); Ceará (-1,5%) e Alagoas (-2,7%).</summary>
    <dc:date>2026-09-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Ano 2, n. 110, set. 2026 (Turismo)</title>
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      <name>FREIRE, Laura Lúcia Ramos</name>
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    <updated>2026-09-23T16:44:10Z</updated>
    <published>2026-09-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Ano 2, n. 110, set. 2026 (Turismo)
Authors: FREIRE, Laura Lúcia Ramos
Abstract: A atividade impulsiona diversos segmentos produtivos da economia além daqueles&#xD;
característicos como transporte, hospedagem, alimentação, etc. e ainda gera impostos, renda,&#xD;
emprego e divisas. Desse modo, os resultados apresentados pelo Nordeste quanto ao fluxo de&#xD;
turistas reforçam a importância da atividade para o desenvolvimento econômico da Região.</summary>
    <dc:date>2026-09-01T00:00:00Z</dc:date>
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