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    <title>DSpace Community:</title>
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    <dc:date>2026-07-18T19:56:52Z</dc:date>
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    <title>Ano 2, n. 80, jul. 2026 (Crédito NE)</title>
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    <description>Title: Ano 2, n. 80, jul. 2026 (Crédito NE)
Authors: MARTINS, Alisson David de Oliveira
Abstract: O crescimento do crédito no Nordeste tem sido sustentado por fatores como aumento da renda das famílias, queda no desemprego e ampliação das operações de bancos públicos voltados ao desenvolvimento regional. No entanto, a política monetária contracionista e a inflação resiliente devem limitar a continuidade do ritmo observado nos meses recentes. Projeta-se moderação no avanço do crédito ao longo de 2026, especialmente caso as condições financeiras permaneçam desafiadoras.</description>
    <dc:date>2026-07-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Ano 2, n. 79, jul. 2026 (Inflação NE)</title>
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    <description>Title: Ano 2, n. 79, jul. 2026 (Inflação NE)
Authors: VIDAL, Antônio Ricardo de Norões
Abstract: No IPCA acumulado em doze meses, os grupos Alimentação e bebidas, Habitação, Transportes e Saúde e cuidados pessoais respondem por 74,4% da inflação do Nordeste, percentual próximo ao observado no Brasil (72,6%). Observa-se ainda que 67,5% da inflação regional está concentrada em serviços e itens monitorados, participação que sobe para 85,8% quando se inclui Alimentação e bebidas. Essa &#xD;
composição sugere que parcela relevante da inflação decorre de componentes historicamente mais persistentes, especialmente serviços e preços administrados, cujo ajuste tende a ocorrer de forma mais lenta. Nesse contexto, a política monetária continua sendo importante, mas seus efeitos tendem a se materializar com maior defasagem, tornando o processo de convergência para a meta mais gradual e sujeito à influência de fatores externos, como câmbio, energia e condições climáticas. As expectativas de mercado continuam apontando para inflação próxima ou acima do teto da meta no horizonte relevante. Especificamente quanto ao grupo Transportes, para 2026, o cenário mais provável é de desaceleração da contribuição de passagem aérea e estabilização parcial dos combustíveis, embora persistam riscos associados ao petróleo e ao câmbio. Para 2027, a tendência central é de menor pressão inflacionária do grupo Transportes, mas os custos de manutenção de veículos, transporte urbano e combustíveis continuarão sendo os principais fatores a monitorar.</description>
    <dc:date>2026-07-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Ano 2, n. 78, jul. 2026 (Serviços)</title>
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    <description>Title: Ano 2, n. 78, jul. 2026 (Serviços)
Authors: MENDES JUNIOR, Biagio de Oliveira
Abstract: As projeções para o Brasil, em 2026, são de crescimento do volume de serviços  (2,1%) e das atividades serviços prestados às famílias (1,6%); serviços de informação e comunicação (4,9%); serviços profissionais, administrativos e complementares (2,2%); serviços de transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (0,5%); e outros serviços (1,3%).</description>
    <dc:date>2026-07-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Ano 2, n. 77, jul. 2026 (Comex NE)</title>
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    <description>Title: Ano 2, n. 77, jul. 2026 (Comex NE)
Authors: FREIRE, Laura Lúcia Ramos
Abstract: A balança comercial de veículos no Nordeste registrou déficit de US$ 1.218,3 milhões, no primeiro semestre deste ano, devido à redução das vendas externas de automóveis de passageiros (-47,4%) e pelo aumento da concorrência de veículos importados que aumentaram 827,4%, especialmente os de origem asiática. Em julho/26, encerra-se as taxas reduzidas para o imposto de importação que veículos elétricos e híbridos desfrutam, passando a vigorar a alíquota máxima de 35%. Com a medida, espera-se que as importações de veículos decresçam e que a demanda seja redirecionada para produção e consumo do setor nacional/regional. Vale ressaltar que o Nordeste está se consolidando como um polo estratégico de montadoras chinesas, com a &#xD;
BYD na Bahia, a Leapmotor em Pernambuco e a MG Motor no Ceará.</description>
    <dc:date>2026-07-01T00:00:00Z</dc:date>
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