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    <title>DSpace Collection: Apresenta cenários e tendências macroeconômicas, sobretudo com foco no Nordeste e estados pertencentes à área de atuação do Banco do Nordeste</title>
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    <description>Apresenta cenários e tendências macroeconômicas, sobretudo com foco no Nordeste e estados pertencentes à área de atuação do Banco do Nordeste</description>
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    <title>Ano 2, n. 43, abr. 2026 (Comex NE)</title>
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    <description>Title: Ano 2, n. 43, abr. 2026 (Comex NE)
Authors: FREIRE, Laura Lúcia Ramos
Abstract: Segundo estimativas do Mdic, a balança comercial brasileira terá superávit de US$ 72,1 bilhões em 2026, alta de 5,9% em relação ao registrado em 2025, com as exportações avançando 4,6% e as importações 4,2%. Essas projeções, entretanto, estão condicionadas ao nível de atividade econômica, câmbio e preços internacionais das commodities (como as ligadas à energia, alimentos, fertilizantes e insumos agrícolas) e, principalmente, a duração do Conflito do Oriente Médio e suas consequências globais.</description>
    <dc:date>2026-04-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Ano 2, n. 42, abr. 2026 (Comex Oriente Médio)</title>
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    <description>Title: Ano 2, n. 42, abr. 2026 (Comex Oriente Médio)
Authors: Freire, Laura Lúcia Ramos
Abstract: O conflito iniciado pelos Estados Unidos e Israel contra o Irã, no último dia &#xD;
28 de fevereiro, tem gerado incertezas no comércio externo e no crescimento da &#xD;
economia mundial. Os demais países do Oriente Médio estão sendo ameaçados e/ou &#xD;
atacados devido à proximidade com o Irã e por possuir bases ou alianças militares ou &#xD;
com os EUA/Israel ou com o Irã. A ameaça do fechamento do Estreito de Ormuz, por &#xD;
onde passa 20% do petróleo mundial e outros produtos, desestabilizará ainda mais a &#xD;
economia global pois navios estão sendo desviados aumentando os custos de transporte &#xD;
e seguros, gerando alta dos preços de diversas commodities e desabastecimento. &#xD;
Como consequência, haverá alta nos fretes marítimos, nos custos de produção e &#xD;
logística, especialmente naqueles produtos que a Região é mais dependente como &#xD;
petróleo, fertilizantes e outros insumos estratégicos para a produção industrial e &#xD;
agrícola.  &#xD;
Dependendo do peso que estes produtos têm na pauta exportadora e importadora, &#xD;
novos mercados deverão ser prospectados bem como rotas alternativas.  &#xD;
Enfim, o impacto na economia e no comércio mundial do conflito no Oriente Médio &#xD;
dependerá, em parte, da duração e da extensão do conflito para outros países e dos &#xD;
estragos já causados em infraestruturas energéticas.</description>
    <dc:date>2026-04-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Ano 2, n. 41, abr. 2026 (Mercado de Trabalho)</title>
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    <description>Title: Ano 2, n. 41, abr. 2026 (Mercado de Trabalho)
Authors: LEÃO, Hellen Cristina Rodrigues Saraiva
Abstract: Dados recentes do CAGED indicam um arrefecimento no mercado de trabalho nacional. Embora o saldo permaneça positivo, há uma trajetória de queda desde o primeiro bimestre de 2024. O Nordeste demonstra resiliência, impulsionado pelos setores de Serviços e Construção, apesar da entressafra sucroalcooleira nos principais estados produtores. Adicionalmente, esse cenário de oferta de mão de obra superior à demanda aliviou a pressão inflacionária sobre os salários de admissão, que interromperam a sequência de altas e fecharam fevereiro em retração na maioria do País.</description>
    <dc:date>2026-04-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Ano 2, n.40, abr. 2026 (Desempenho Fiscal União)</title>
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    <description>Title: Ano 2, n.40, abr. 2026 (Desempenho Fiscal União)
Authors: MENEZES, Adriano Sarquis Bezerra de
Abstract: O Governo Central registrou em fevereiro de 2026 um déficit primário de R$ 30,046 bilhões, significando uma redução, em termos reais, de 8,4% sobre o resultado obtido no mesmo mês de 2025. Em compensação, quando se considera o acumulado nos dois primeiros meses do ano, observa-se um superávit primário de R$ 56,854 bilhões, com uma alta de 1,4%, em termos reais. As despesas totais do Governo cresceram, em termos reais, 3,1% relativamente ao mesmo mês de 2025, evoluindo em ritmo inferior ao incremento real da receita líquida, que registrou um crescimento real de 5,6%. O desempenho das receitas em fevereiro foi influenciado pelo avanço das receitas administradas pela Receita Federal, com destaque para as receitas provenientes do IOF, COFINS e Outras Receitas Administradas pela Receita Federal. Do lado dos gastos, os principais destaques foram as expansões das Despesas Discricionárias, particularmente, nas funções Educação, por conta do aporte no Programa Pé de Meia, e Saúde, bem como as elevações dos gastos com Pessoal e Encargos Sociais e Benefícios Previdenciários.</description>
    <dc:date>2026-04-01T00:00:00Z</dc:date>
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