ESTRUTURA PRODUTIVA E NÍVEL DE ESCOLARIDADE NA BAHIA

Autores

  • Felipe Mascarenhas Couto Universidade Federal de Sergipe
  • Luiz Carlos de Santana Ribeiro Professor do Núcleo de Pós-Graduação em Economia da Universidade Federal de Sergipe (NUPEC/UFS). Coordenador do Laboratório de Economia Aplicada e Desenvolvimento Regional.

DOI:

https://doi.org/10.61673/ren.2017.447

Palavras-chave:

Capital Humano. Insumo-Produto. Emprego Setorial.

Resumo

O objetivo deste artigo é apresentar a importância do capital humano para o desenvolvimento regional da Bahia por meio do emprego setorial. Para tanto, utilizou-se a matriz de insumo-produto estimada por Perobelli et al. (2015), ano base 2009, e dados da RAIS para distribuir o multiplicador de emprego por nível de escolaridade, característica definida aqui como proxy de capital humano. Além disso, foi utilizado o campo de influência para identificação dos setores com maior encadeamento na estrutura produtiva baiana e foi simulado um choque de exportações para avaliar quais setores gerariam, por nível de escolaridade, mais empregos formais nesta economia. Os principais resultados apontam que os setores com maior multiplicador de emprego, maior encadeamento e aqueles mais impactados pelo choque de exportações não seriam os mesmos que gerariam empregos com maior nível de escolaridade, o que ocasionaria um trade-off na adoção de políticas.

Biografia do Autor

Felipe Mascarenhas Couto, Universidade Federal de Sergipe

Graduado em Economia pela Universidade Estadual de Feira de Santana (2014). Mestrando Acadêmico em Economia pela Universidade Federal de Sergipe (2016). Membro do Laboratório de Economia Aplicada e Desenvolvimento Regional - LEADER (UFS). Tem experiência na área de Economia, com ênfase em finanças e políticas públicas, economia aplicada e desenvolvimento regional.

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Publicado

2018-02-28

Como Citar

Couto, F. M., & Ribeiro, L. C. de S. (2018). ESTRUTURA PRODUTIVA E NÍVEL DE ESCOLARIDADE NA BAHIA. Revista Econômica Do Nordeste, 48(4), 123–137. https://doi.org/10.61673/ren.2017.447

Edição

Seção

Artigos