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dc.contributor.authorVIDAL, Antônio Ricardo de Norões-
dc.date.accessioned2026-05-18T14:07:37Z-
dc.date.available2026-05-18T14:07:37Z-
dc.date.issued2026-05-
dc.identifier.citationVIDAL, Antônio Ricardo de Norões. IPCA do Nordeste – Abril 2026. ETENE Macro. Fortaleza: BNB, ano 2, n. 57, maio 2026.pt_BR
dc.identifier.uris1dspp01.dmz.bnb:8443/s482-dspace/handle/123456789/2414-
dc.description.abstractA partir do IPCA em doze meses, terminados em abril, o diagnóstico atual do mercado é uma inflação persistente, resiliente à política econômica e com convergência lenta para a meta, indicando deterioração das expectativas. Nos cenários mais benignos ela fica entre 4,7% e 4,9%, nos mais pessimistas, entre 5,0% e 5,2%. No horizonte mais longo, a expectativa é 4,0% (2027) e 3,6% (2028), indicando que a convergência para a meta (3,0%) é esperada, mas só ocorre gradualmente ao longo de vários anos. Isso ocorre porque a inflação está concentrada em itens pouco sensíveis a juros, os grupos dominantes são alimentos, serviços e preços administrados (energia, combustíveis e saúde). A política monetária contém a demanda e ajuda a ancorar expectativas, mas tem impacto indireto e lento sobre os grupos acima citados.pt_BR
dc.publisherBanco do Nordeste do Brasilpt_BR
dc.relation.ispartofseriesEtene Macro;n.57-
dc.subjectEconomiapt_BR
dc.subjectNordestept_BR
dc.subjectInflaçãopt_BR
dc.titleAno 2, n. 57, maio 2026 (Inflação NE)pt_BR
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