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dc.contributor.authorVIDAL, Antônio Ricardo de Norões-
dc.date.accessioned2026-07-23T16:39:40Z-
dc.date.available2026-07-23T16:39:40Z-
dc.date.issued2026-07-
dc.identifier.citationVIDAL, Antônio Ricardo de Norões. CESTA BÁSICA – JUNHO 2026. ETENE Macro. Fortaleza: BNB, ano 2, n. 82, jul. 2026.pt_BR
dc.identifier.uris1dspp01.dmz.bnb:8443/s482-dspace/handle/123456789/2457-
dc.description.abstractA inflação da cesta básica nordestina apresenta duas histórias distintas. No acumulado do ano (+15,71%), predominam choques recentes, especialmente do tomate (+91,28%) e da banana (+9,21%), indicando problemas de oferta concentrados em 2026. Já nos doze meses (+10,86%), observa-se um componente mais estrutural representado principalmente pelo feijão (+49,69%) e pela carne (+10,91%), cujas pressões vêm se acumulando há mais tempo. O tomate continua sendo decisivo, respondendo sozinho por 48,6% da inflação acumulada em doze meses, mas sua influência é muito mais intensa no indicador do ano, evidenciando que a maior parte do choque ocorreu recentemente. Expectativa para os principais produtos em 2026: tomate, entre 30% a 50%; feijão, entre 35% a 50%; carne, entre 8% a 15%; banana, entre 5% a 12%; cesta do Nordeste, entre 14% a 18% e cesta do Brasil, entre 10% a 15%.pt_BR
dc.publisherBanco do Nordeste do Brasilpt_BR
dc.relation.ispartofseriesEtene Macro;n.82-
dc.subjectEconomiapt_BR
dc.subjectNordestept_BR
dc.subjectCesta Básicapt_BR
dc.titleAno 2, n. 82, jul. 2026 (Cesta Básica)pt_BR
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