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dc.contributor.authorVIDAL, Antônio Ricardo de Norões-
dc.date.accessioned2026-06-29T15:03:17Z-
dc.date.available2026-06-29T15:03:17Z-
dc.date.issued2026-06-
dc.identifier.citationVIDAL, Antônio Ricardo de Norões. IPCA do Nordeste – maio 2026. ETENE Macro. Fortaleza: BNB, ano 2, n. 74, jun. 2026.pt_BR
dc.identifier.uris1dspp01.dmz.bnb:8443/s482-dspace/handle/123456789/2444-
dc.description.abstractNo Brasil, o IPCA está acima do teto da meta e 85% do índice é dominado por alimentos, energia, transportes e serviços essenciais. Muitos desses itens respondem pouco à Selic no curto prazo. No entanto, a política monetária atua de forma indireta: reduz consumo (especialmente bens duráveis e serviços), desacelera núcleo inflacionário, ancora projeções, evita repasses de choques temporários. Além disso, juros mais altos leva a apreciação cambial e menor inflação importada. Espera-se um alívio relevante no grupo alimentos no segundo semestre, mas a inflação ainda será pressionada pela inércia, por energia e choques residuais. A perspectiva é um IPCA entre 4,5% e 5,0%, em 2026, e entre 3,8% e 4,0%, em 2027. A inflação atual é majoritariamente de oferta e custos, isso reduz a eficácia imediata da política monetária, mas a ancoragem depende da Selic e do câmbio. A convergência à meta será gradual e não linear.pt_BR
dc.publisherBanco do Nordeste do Brasilpt_BR
dc.relation.ispartofseriesEtene Macro;n.74-
dc.subjectEconomiapt_BR
dc.subjectNordestept_BR
dc.subjectInflaçãopt_BR
dc.titleAno 2, n. 74, jun. 2026 (Inflação NE)pt_BR
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