Utilize este identificador para referenciar este registo:
s1dspp01.dmz.bnb:8443/s482-dspace/handle/123456789/2444| Título: | Ano 2, n. 74, jun. 2026 (Inflação NE) |
| Autores: | VIDAL, Antônio Ricardo de Norões |
| Palavras-chave: | Economia Nordeste Inflação |
| Data: | Jun-2026 |
| Editora: | Banco do Nordeste do Brasil |
| Citação: | VIDAL, Antônio Ricardo de Norões. IPCA do Nordeste – maio 2026. ETENE Macro. Fortaleza: BNB, ano 2, n. 74, jun. 2026. |
| Relatório da Série N.º: | Etene Macro;n.74 |
| Resumo: | No Brasil, o IPCA está acima do teto da meta e 85% do índice é dominado por alimentos, energia, transportes e serviços essenciais. Muitos desses itens respondem pouco à Selic no curto prazo. No entanto, a política monetária atua de forma indireta: reduz consumo (especialmente bens duráveis e serviços), desacelera núcleo inflacionário, ancora projeções, evita repasses de choques temporários. Além disso, juros mais altos leva a apreciação cambial e menor inflação importada. Espera-se um alívio relevante no grupo alimentos no segundo semestre, mas a inflação ainda será pressionada pela inércia, por energia e choques residuais. A perspectiva é um IPCA entre 4,5% e 5,0%, em 2026, e entre 3,8% e 4,0%, em 2027. A inflação atual é majoritariamente de oferta e custos, isso reduz a eficácia imediata da política monetária, mas a ancoragem depende da Selic e do câmbio. A convergência à meta será gradual e não linear. |
| URI: | s1dspp01.dmz.bnb:8443/s482-dspace/handle/123456789/2444 |
| Aparece nas colecções: | Etene Macro |
Ficheiros deste registo:
| Ficheiro | Descrição | Tamanho | Formato | |
|---|---|---|---|---|
| 2026_ETM_74_Inflacao_NE.pdf | 700.75 kB | Adobe PDF | Ver/Abrir |
Todos os registos no repositório estão protegidos por leis de copyright, com todos os direitos reservados.