Ex-presidentes - Acervo Histórico – Memória Cultural – Banco do Nordeste
Galeria Ex-presidentes
José Gomes da Costa, economista (UFPE), com MBA em Finanças (FGV-RJ) e formação em Banking (FGV-SP). Presidiu o BNB de janeiro a agosto de 2022, focando ampliar acesso, diversificar receitas e criar fundo de aval para microfinanças, além de revisar atuação dos agentes de desenvolvimento.
Romildo Carneiro Rolim, cearense, graduado em Administração e Contabilidade, mestre em Avaliação de Políticas Públicas e especialista em Gestão Empresarial. Funcionário do BNB desde 1989, presidiu o banco de 2018 a 2021, focando metas, aplicação do FNE e regularização de dívidas rurais.
Marcos Costa Holanda, formado em Economia (Unifor) e Engenharia Civil (UFC), mestre pela FGV e doutor pela Univ. de Illinois. Fundou o IPECE e é professor da UFC. Presidiu o BNB (2015-2017), defendendo desenvolvimento regional e valorização técnica.
Nelson Antônio de Souza, paulista, graduado em Letras (UFPI) e Psicologia, com MBA em Marketing. Atuou na Caixa desde 1979 e ocupou cargos estratégicos. Presidiu o BNB em 2014, ano do maior resultado da história, focando crédito ágil e excelência no atendimento. Saiu em 05/2015.
Ary Joel Abreu Lanzarin, nascido em SC, tem MBA pela USP e mais de 25 anos no Banco do Brasil. Foi diretor no BB, conselheiro do SEBRAE e presidente do BNB (2012-2014), onde expandiu agências e firmou parcerias. Em 2019 integrou o comitê de auditoria do BNDES.
Jurandir Vieira Santiago, natural de Russas (CE), é graduado em Direito (Unifor) e Geografia (Uece), com ampla formação em gestão e finanças. Atuou na Caixa, foi presidente da Cagece e do BNB (2011-2012), onde buscou fortalecer a instituição e otimizar sua operação.
Roberto Smith, nascido em SP (1942), doutor em Economia pela USP, foi professor na UFC e chefe do Departamento de Teoria Econômica. Presidiu o BNB (2003-2011), fortalecendo o microcrédito e relações internas. Depois, liderou ALIDE e a Agência de Desenvolvimento do Nordeste.
Byron Costa de Queiroz, nascido em Iracema (CE), graduado em Administração (UECE), presidiu o BNB de 1995 a 2003. Criou o Farol do Desenvolvimento e estruturou o Centro Cultural do BNB, priorizando pequenos produtores e empresas para impulsionar o desenvolvimento local.
João Alves de Melos, nascido em Iguatu (CE), iniciou no BNB em 1961 e formou-se em Economia e Administração (UECE). Foi diretor em 1988 e presidiu o Banco de 1992 a 1995, defendendo gestão participativa e fortalecimento institucional, com foco na estabilidade do FNE.
Jorge Lins Freire, nascido em Salvador (BA), formado em Administração (UFBA), presidiu o BNB de 1990 a 1992. Reestruturou o banco para ampliar capacidade operacional, descentralização e competitividade. Antes, atuou no setor elétrico e bancário; depois presidiu a FIEB e o BNDES.
José Pereira e Silva, natural de Piripiri (PI), formado em Direito, presidiu o BNB de 1986 a 1990. Defendeu o potencial do Nordeste e foi decisivo na criação do FNE. Antes, atuou no Banco da Amazônia e no Conselho da SUDAM, com experiência em crédito e comércio exterior.
Carlos Mauro Benevides, nascido em Fortaleza (CE), formado em Direito, Filosofia e Letras, presidiu o BNB de 1985 a 1986. Político influente, foi vereador, deputado, secretário estadual e senador, sempre atuando como defensor do Banco do Nordeste no Congresso Nacional.
Camillo Calazans de Magalhães, nascido em Aracaju (SE), formado em Ciências Econômicas, presidiu o BNB de 1979 a 1985. Focou no fomento à cultura e expansão de agências. Ex-diretor do Banco do Brasil e membro da Sudene, concorreu à vice-presidência do Brasil em 1989.
Antônio Nilson Holanda, nascido em Limoeiro do Norte (CE), formado em Direito e mestre em Economia (Stanford) e Administração Pública (Harvard), presidiu o BNB de 1974 a 1979. Reforçou o papel de banco de desenvolvimento e criou o Conselho de Administração.
Hilberto Alves Mascarenhas da Silva, nascido em Salvador (BA), formado em Ciências Econômicas, presidiu o BNB de 1971 a 1974. Criou o Fundeci e o FUNDURBANO, após atuar como diretor financeiro e chefe de gabinete. Depois, presidiu o Banco do Estado da Bahia.
Rubens Vaz da Costa, nascido em Garanhuns (PE), economista com mestrado nos EUA, presidiu o BNB de 1967 a 1971. Modernizou a gestão e expandiu agências, com avanços em tecnologia. Foi superintendente da Sudene, presidente do BNH e líder da ALIDE.
Raul Barbosa voltou à presidência do BNB de 1962 a 1967. Manteve foco na modernização e superação das dificuldades estruturais, consolidando práticas administrativas e reforçando o papel do Banco no desenvolvimento do Nordeste.
Antônio de Alencar Araripe, nascido em Pereiro (CE), formado em Direito, presidiu o BNB de 1961 a 1962. Defendeu austeridade, crédito rural e fortalecimento das cooperativas, além da construção da sede do Banco em Fortaleza. Faleceu em 1989, aos 91 anos.
Raul Barbosa, nascido em Fortaleza, presidiu o BNB de 1956 a 1961. Criou conceitos clássicos como crédito geral e enfrentou desafios como falta de preparo técnico e desconhecimento da economia nordestina, buscando fortalecer a instituição.
José Antônio da Costa Porto, nascido em Canhotinho (PE), formado em Direito, presidiu o BNB de 1955 a 1956. Especialista em cooperativismo, estruturou o crédito rural cooperativo. Foi deputado federal, ministro da Agricultura e diretor do Banco após sua gestão.
Rômulo Barreto de Almeida, nascido em Salvador (BA), formado em Direito, foi o primeiro presidente do BNB (1954). Implantou agências, realizou o 1º concurso e criou o Etene. Figura-chave no desenvolvimento nacional, também contribuiu para a criação da Petrobrás e do CNPq.